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A Riot acabou de fazer algo que nunca havia feito no VCT EMEA: remover um time parceiro no meio da temporada. A ULF Esports está fora, a Eternal Fire está dentro, e o cenário competitivo de Valorant está de cabeça para baixo.
A ULF Esports entrou no programa de parceria do VCT EMEA com grandes ambições. Mas nos bastidores, a organização não estava pagando jogadores e staff desde o primeiro dia no programa. Quando a situação veio à tona, a Riot não teve outra saída.
A remoção é sem precedente. O VCT EMEA nunca havia expulsado uma org parceira antes. O recado é claro: estabilidade financeira e bem-estar dos jogadores não são negociáveis, nem mesmo no nível mais alto do esports de Valorant.
Isso não é só a história do colapso de uma org. É um ponto de virada na forma como a Riot governa o seu ecossistema de franquias.
A ULF Esports entrou no VCT EMEA como org parceira com grandes expectativas. O que veio depois foi um desastre financeiro: jogadores e staff ficaram sem receber desde o momento em que a organização ingressou no programa.
Quando a situação não pôde mais ser escondida, a Riot Games formalmente removeu a ULF da liga. A org perdeu sua vaga de parceria, algo inédito na história do VCT EMEA.
Mas quatro jogadores da ULF não ficaram sem equipe. A Eternal Fire entrou em campo e os contratou com novos acordos, dando ao elenco um recomeço com uma organização que tem as finanças em ordem.

A Eternal Fire não é uma novidade no esports de Valorant. A org turca compete desde 2021, construindo sua trajetória no Tier 2 com uma fanbase fiel e resultados consistentes. O destaque: vice-campeã no VCL 2025 EMEA, torneio que alimenta diretamente o nível de parceria VCT.
Agora eles pulam a fila. Aprovada pela Riot como substituta da ULF, a Eternal Fire é alocada no Grupo Omega para o VCT EMEA Stage 1, com início em 1 de abril. A primeira partida é contra a Fnatic. Sem entrada fácil.
É o tipo de virada de azarão que faz o esports valer a pena assistir. A Eternal Fire lutou por anos para conquistar uma chance no topo. Chegou agora, só que não da forma que ninguém esperava.
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A decisão da Riot de remover a ULF cria um precedente que vai além dessa situação específica. Fica claro que o status de parceria é um privilégio vinculado ao cumprimento de obrigações, incluindo pagar as pessoas que fazem a org funcionar.
Para os jogadores, isso é significativo. Carreiras no esports são frágeis, e salários atrasados podem arruinar um futuro. A intervenção da Riot em defesa do bem-estar dos atletas sinaliza que o sistema de franquias vai cobrar responsabilidade das orgs.
A narrativa do VCT 2026 continua mudando em direções inesperadas. Da conquista do título da NS RedForce no VCT Masters Santiago 2026 a essa expulsão, cada semana traz uma nova reviravolta.
A Eternal Fire enfrenta a Fnatic em 1 de abril em sua estreia no topo do cenário. A pressão é enorme: uma vaga recém-conquistada, um elenco reconstruído e margem zero para erros.
Eles também vão precisar se adaptar à meta em evolução imediatamente, incluindo lidar com o novo agente Miks, que promete reformular as composições de equipe no Stage 1. A curva de aprendizado é real, e a Eternal Fire precisará estar afiada desde o primeiro dia.
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A remoção da ULF Esports é o lembrete mais contundente até agora de que o status de parceria no VCT significa cumprir suas obrigações com jogadores e staff. A Eternal Fire conquista sua chance no topo, quatro jogadores ganham uma nova chance, e a Riot traça uma linha clara sobre o bem-estar dos atletas.
O VCT EMEA Stage 1 começa em 1 de abril. As coisas acabaram de ficar muito mais interessantes.
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